O Trabalho Que Reconecta em Ambientes Corporativos

O Trabalho Que Reconecta
em Ambientes Corporativos

As pessoas que trabalham em um contexto corporativo têm um papel a desempenhar na Grande Virada. Precisamos do seu acesso, conhecimento, compreensão, experiência, habilidades técnicas e força da alma, se quisermos desmontar as estruturas da Sociedade de Crescimento Industrial.

Além disso, precisaremos das capacidades de comunicação e transporte agora possuídas pelas empresas transnacionais quando pudermos reivindicá-las e adaptá-las para o bem comum.

Ao incluir o Trabalho Que Reconecta no contexto corporativo, deixemos claro que ele ameaça seus códigos operacionais das seguintes formas:

1

Ajuda as pessoas a dizer a verdade sobre o que vêem, sabem e sentem que está acontecendo com seu mundo. Abre canais de retroalimentação e valida perguntas relacionadas a conscientização.

2

Expande o sentido de conexão individual com a teia da vida. Quebra a negação e a apatia e abre corações e mentes a cosmovisões além dos negócios de sempre (business as usual).


3

Ajuda a criar confiança, solidariedade e uma visão comum entre os participantes, em oposição ao isolamento e obediência fomentados por corporações e governos controlados por corporações.

Portanto, ao levar o Trabalho Que Reconecta para o ambiente corporativo, somos confrontados por perguntas intrigantes:

1

Como podemos cultivar conexões e ganhar acesso sem perder de vista as compreensões necessárias para a Grande Virada?

2

Como evitamos que o Trabalho Que Reconecta se converta em uma boa experiência e que melhora nossa moral, mas sem gerar uma mudança estrutural?


3

Como facilitadores, é possível nos proteger da cooptação pelos pagamentos e pelo glamour corporativo?

4

Como podemos abordar o elefante na sala de estar: a destruição infligida às pessoas e ao planeta pela própria estrutura em que nos encontramos?

O texto acima faz parte do livro “Coming Back to Life” (Capítulo 4), de Joanna Macy e Molly Young Brown. A tradução para português foi feita por Polliana Zocche, baseada no original em inglês e na tradução para o espanhol feita por Adrián Villaseñor Galarza, “Nuestra Vida Como Gaia“.


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